Independente,sempre te amei.
Como não, se me vesti.
Como não, se impus teu véu de formas.
Das mais variadas,e que lindas eram.
Assim,adormeço novamente em teu corpo
Adentro e afora, envelheço.
Mas agora, mais puro e mais claro.
Joguei fora diversas vezes esse riso
Pensei que era frágil e pleno
Mas eram mais fortes que o meu
Surpresa! Então,nasci.
E Dessa vez, não há saída alguma.
Encararemos essa vida,então;
É o jeito,é a saída;
E lá fora, há de ser.
Sendo assim,adormeço.
E enfim,aborreço para largar tudo
E fazer a feita decisiva de minha vida.
Surpresa! Então Cresci.
E erros e acertos fizeram parte dela
Mas,nenhuma lembrança a mais.
Nenhum critério não vigoroso
Apenas, uma vida cheia de amor
Mas nem de tanta paixão.
Ela só faz sentido, quando tem fim.
Pois, de viver já nos fartamos.
Corre,pegue e jogue.
Surpresa! Então envelheci.
E nada mais declarei
Morte rápida, e lenta
Triste e alegre.
Não sou mais ninguém,estou morto.
Rico,embora vazio.
E encabulo de coisas desnecessárias á mim.
Chega ao fim, minha história realista.
Mas,antes demorarei pra descobrir
Que há mais surpresas em minha vida.
Surpresa! Nasci outra vez.
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